A vida em condomínio exige regras de segurança. Todos devem segui-las!

A mídia nos traz com uma assiduidade cada vez maior, notícias sobre a invasão de condomínios. Os moradores não conseguem entender como isto pode ocorrer já que se gastou uma boa quantia na compra de câmeras, cabine blindada, computadores, portão eletrônico, concertina, botão de pânico, sensor de presença, holofotes, contratação de uma empresa terceirizada para acompanhamento dos agentes de portaria das entradas e saídas do prédio, etc. Esses equipamentos estão instalados em condomínios com moradores de maior poder aquisitivo.

Diante deste aparato, a idéia é de que tudo está resolvido e a sua família, em completa segurança. Este mesmo condômino pode ser aquele que, quando alguém chega à portaria, insiste em não ser identificado por aqueles “subalternos” (agentes de portaria), que ficam demorando a liberar a sua entrada. Diante desta insistência, caso não se tenha regras rígidas de segurança, o agente de portaria, com medo de ser mandado embora do serviço, acaba abrindo o portão e facilitando o acesso a alguém intransigente e desconhecedor das regras de como devem funcionar referidos obstáculos.

Portanto, quando o marginal planeja uma invasão, estes aspectos são levados em conta já que se facilita a sua entrada, estando ele com um carro ‘bom’, buzinando insistentemente e gesticulando como se estivesse muito bravo. A sua passagem será imediatamente liberada e o estrago já está feito. Por isso a importância de um treinamento constante com os agentes de portaria e regras rígidas para o condômino que infringi-las. Em condomínios onde não existam agentes de portaria a segurança deverá ser feita através dos equipamentos eletrônicos, dentre outros e o regulamento e as orientações serem seguidas por todos.

É muito comum pessoas que moram em condomínio se rebelar contra o regulamento que é criado justamente para barrar pessoas indesejáveis ainda do lado de fora. Assim, os síndicos quando instituírem regras novas e mesmo as antigas  devem fazer uma divulgação para que todos do prédio saibam o que está sendo implantado e o motivo pelo qual os moradores deverão seguir mostrando as consequências de agirem ao contrário.

O morador deve ter a consciência de que, na vida em condomínio, terá que dividir suas idéias e em alguns casos aceitar as de outras pessoas de como devem ocorrer uma boa convivência entre todos. As normas e regulamento de segurança do prédio/casas devem elaborados por alguém que possua conhecimento nesta área e que atenda as características do lugar. Aprovado, é obrigação de todos seguirem para que assim a segurança não seja fragilizada. Não se esqueçam aqueles que moram em condomínios, existe a necessidade premente de ter uma regra para dotar o seu local de descanso com o mínimo de segurança possível e que seja do conhecimento de todos, evitando assim discussões sem necessidade.

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