Mobilizadora Social pede ajuda para famílias do Granja de Freitas

O movimento União e Solidariedade foi criado no auge da pandemia, no Ganja de Freitas. Voltado para a capacitação e geração de renda da comunidade, conta com 126 microempreendedores. Desse total, apenas 6 são homens.

Com o avanço do coronavírus, do ilosamento social e da queda do poder aquisitivo a busca pelos produtos e serviços oferecidos pelos microempreenderores. Por conta disso a renda das famílias – 90% lideradas por mulheres – que já era pouca foi reduzida a quase nada.

Para a mobilizadora social e coordenadora do movimento União e Solidariedade, Glaucia Jaci de Souza, a situação das mulheres do Granja é desesperadora. “Elas não têm pra quem vender os doces, o artesanato, perderam os serviços de faxina, não conseguem mais trabalhar como manicures e não têm de onde tirar renda. Não conseguem sustentar a casa”, lamenta.

Nem todos conseguem levar uma cesta para casa. Foto: Glaucia Jaci

A ausência de renda fez com que aumentasse ajuda na sede do movimento. Só no último mês foram 60 pedidos de cestas básicas e somente metade conseguiu levar comida para casa. Além de alimento há demanda por fraldas, enxovais para bebês, calçados, móveis roupas e muito mais,“ desabafa Glaucia.

Doe o que puder, inclusive móveis. Foto: Glaucia Jaci

Se você pode ajudar o Movimento de União de Solidariedade faça contato com a Glaucia pelo número (31)98949-7697.