Geloteca: projeto que une arte, literatura, ganhou o País e já está na Leste

O que geladeiras e livros têm em comum, além de alimentar o corpo e a mente? Mais do que muita gente possa imaginar! Juntos, podem levar conhecimento, cultura e estar à disposição da população. Mas, como? Através do projeto Geloteca, espalhado por todo canto do País, inclusive na região Leste.

Arte e literatura na geladeira. Foto: Divulgação Negro Fred

Dias atrás, a uma linda ação de produção foi instalada na praça d rua General Osório, 959 Alto, no Alto Vera Cruz. Sete geladeiras antigas e sem utilidade foram grafitadas por artistas locais e convidados. “Voluntários, amigos e parceiros envolvidos no projeto transformaram e abasteceram as geladeiras com mais de 500 obras literárias. Biografias, livros infantis, romances, assuntos técnicos e muito mais!”. É o que nos conta o designer social Negro Fred, morador do bairro, um dos articuladores e participantes da ação.

Segundo o Fred, a produção seguiu todas as normas de segurança sanitária contra a Covid-19. As geladeiras seguiram para novos destinos, em locais de acesso público da área conhecida como L4: Granja de Freitas e na Casa do Hip hop no Taquaril. As restantes ficaram no Alto Vera Cruz mesmo.

Todyone no começo de tudo. Foto: site Cultura Leste.

A origem

O projeto Geloteca nasceu em Guaianases, distrito da capital São Paulo. A iniciativa partiu do artista Todyone para da um fim a uma geladeira velha de um colega que a deixou na casa dele após uma mudança. “Com a ajuda de outro amigo, o Felipe Bezerra, peguei a geladeira e após personalizá-la instalamos em frente a uma barbearia. Foi o ponta pé inicial para o projeto”.

A iniciativa chegou a BH por Adam Araújo, com a proposta de conectar artistas, literatura e as periferias através do reaproveitamento de geladeiras transformadas em bibliotecas e decoradas por grafiteiros locais.

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Imagem em destaque: Divulgação Negro Fred.