Motorista apressado tem mais a perder que ganhar para chegar ao destino

Estamos no século 21 e uma das maneiras ainda de nos deslocarmos pela cidade grande como Belo Horizonte é a utilização do automóvel, seja próprio, táxi ou de aplicativos. Estamos presos a um mar de carros, que teimam em andar meio metro e parar. O estresse acaba acometendo grande parte destes motoristas, que utilizam a buzina para alertar alguém que o sinal está aberto, mas ninguém se mexe.

Uma das maneiras que entendemos que pode abreviar este nosso calvário, é colar na traseira do veículo à frente, não dar espaço para que algum “folgado” saia de sua pista de rodagem e entre na sua frente. Isto é um grande desaforo. Às vezes, motivo para uma briga no trânsito.

Qual o problema de mantermos uma pequena distancia do carro que estiver a nossa frente? Primeiro, se este tiver um problema no motor e parar, se você estiver colado, ficará também imobilizado sem chances de sair. Não sai para nenhum dos lados. Buzinar, xingar, praguejar, nada resolverá, você se colocou nesta situação.

Outra situação, estando colado, e ocorrer um “engavetamento”, um carro para, você bate na traseira e outro vai lhe abalroar por trás. Grande prejuízo na certa, motor e parte traseira danificados. Se a distancia estivesse maior, com certeza o prejuízo seria muito menor. Você conseguiria diminuir os prejuízos.

Quando deixa um espaço entre o seu carro e o da frente, permite que outras motoristas, caso queiram mudar de faixa para logo mais a frente dobrar uma esquina ou entrar na garagem de casa, facilitará esta manobra sem causar maiores problemas. A sua demora para chegar no destino será atrasada em alguns segundos. E o que é isto em nossa vida? Nada. Com certeza o motorista irá lhe agradecer e se sentirá satisfeito de ter feito uma boa ação. Gentileza gera gentileza.

Instagram: @elsonmatosdacosta                                 

Youtube: Elson Matos da Costa