Pistoleiro é morto em operação deflagrada pela Polícia Civil

Há pouco tempo a atenção do Brasil se viu voltada para Goiás, onde as policias daquele estado se mobilizaram para capturar Lázaro Barbosa de Sousa, autor de vários crimes na região de Girassol, distrito de Cocalzinho de Goiás. Passavam os dias e nada do marginal ser localizado e isto criava uma enorme expectativa em quem morava na região, trazendo grande insegurança. Uma família foi dizimada, pai, mãe e dois filhos, causando espanto e terror nos moradores que ficaram com medo de dormir em seus próprios lares. Encontrado, teria defrontado com a policia e foi morto.

Na verdade é muito difícil nos dias de hoje tomarmos conhecimento de pistoleiros que ainda agem em nosso país. Conhecemos isto sim, no Rio de Janeiro as milícias ou então os traficantes que deixam em polvorosa a população local. Em diversos  estados os grupos denominados de Novo Cangaço, que tomam uma cidade de madrugada e ali conseguem explodir cofres de bancos retirando todo o numerário que encontrar. Fogem, levando reféns que estiverem pelo caminho, dificultando ao máximo o trabalho policial de enfrentamento.

Com relação a pistolagem, causa-nos surpresa quando tomamos conhecimento deste tipo de crime ainda ocorrer nos diversos rincões do país. E aqui em Minas Gerais, há alguns dias a Polícia Civil, montou uma operação no sentido de prender um remanescente deste tipo de atuação. Normalmente pessoa paga para matar desafetos de alguém, sendo que este ameaçou policiais da região e possivelmente autor de diversas mortes em sua vida de crimes.

Na cidade de Carangola, no distrito Ponte Alta de Minas, no dia 17/10, a Policia Civil foi cumprir mandado para capturar um homem foragido da Justiça e extremamente violento, J.C. Torrentes, de 27 anos. Este, armado com uma pistola, portando um colete balístico reagiu disparando contra os policiais que não tendo uma outra possibilidade abriram fogo contra a agressão recebida. O procurado acabou baleado e morrendo no local. Com ele foi encontrado muitas munições e o valor de R$ 7.000,00 (sete mil reais).

Infelizmente em determinados momentos, a ação policial tem de ser feita de acordo como ela é recebida por quem vai prender, respaldada pela legítima defesa e a da disciplina ensinada nas escolas de polícia, Uso Diferenciado da Força. Ou seja, para cada ação, uma reação. Isto justifica como a polícia deve agir em cada uma das ocorrências em que se envolver.

Caso a pessoa se renda o policial tem a obrigação de não disparar contra ela, agindo de forma contrária, de maneira violenta, colocando em risco a vida daqueles que cumprem uma ordem judicial, eles irão revidar na mesma proporção. A função do policial não e a de executor, mas sim de encaminhar à justiça aquele que praticou um crime e ela se manifestar quanto o destino daquele autor. Em determinados momentos, infelizmente isto vem a acontecer, o óbito daquele que não deseja se render.

@elsonmatosdacosta

Imagem em destaque: divulgação Polícia Civil de Minas Gerais.