Unidades de Conservação são opção de turismo consciente e seguro

Ainda não é o esperado pelo setor, mas o turismo interno no Brasil dá sinais de aquecimento. A procura por viagens aumentou em 50%, se comparado ao mesmo período de 2020, segundo a Abav-MG (Associação Brasileira das Agências de Viagens). E se a sua opção de passeio inclui um contato mais próximo com a natureza, há 334 unidades de conservação federais no País. Várias delas com possibilidade de receber visitantes, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente.

Em 2020, as unidades de conservação permaneceram fechadas em boa parte do ano por conta das regras impostas por causa da Covid-19, mas mesmo assim, foram registradas 8,4 milhões de visitas durante o período de cerca de seis meses em que as atividades desses locais foram gradualmente restabelecidas.

A Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca, em Santa Catarina (3,3 milhões de visitantes), o Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro (1,2 milhão) e o Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná (658 mil visitas), lideraram o ranking de visitação no ano passado.

De acordo com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que administra os parques federais, houve um crescimento contínuo de visitação até dezembro, o que não ocorria mesmo antes do surgimento do novo coronavírus. Por ser área de ar livre que possibilita o distanciamento, os parques têm se tornado opção para quem quer evitar aglomerações e estar em contato com a natureza.

As unidades de conservação estão sendo reabertas seguindo os protocolos de segurança e saúde de cada estado e município.

Saiba mais sobre o selo e confira locais quem já aderiram à iniciativa 

Fonte: Ministério do Turismo